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janeiro 31, 2014
Venda de lotes de terreno, em hasta pública, na Barquinha
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Os quintais nas Praças do Pinhal desta vez na Sertã
A próxima Feira dos "Quintais nas Praças do Pinhal" vai acontecer na Sertã no dia 9 de fevereiro 2014, pelas 10h00. As populações já conhecem muito bem o que são estas feiras e que pretendem apresentar nos concelhos aderentes a estes eventos, os produtos regionais de pequenos produtores que, somente em conjunto podem ter alguma expressão e, os compradores podem adquirir produtos destes concelhos.
Ainda está por fazer-se a avaliação abalizada desta medida que surgiu com grande entusiasmo mas muitas vezes era mais música (bandas, ranchos folclóricos, bombos e outros agrupamentos musicais) do que o resultado de vendas em si. Mas, para se afirmar como projeto mais expressivo, houve a necessidade de passar por esta fase.
Instalação de empreendimentos turísticos muito simplificada
Reduzir custos para os promotores e aumentar a celeridade dos processos
são alguns dos objetivos do novo regime que regula a instalação,
exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos.
Além de
simplificar o licenciamento e reduzir as condições para a instalação,
dando mais margem de escolha dos empresários nos equipamentos
necessários, o diploma agora publicado elimina as taxas devidas pela
realização de auditorias obrigatórias de classificação efetuadas pelo
Turismo de Portugal, assim como a Declaração de Interesse para Turismo.
Publicado no passado dia 23, o decreto-lei nº 15/2014
cria um mecanismo de deferimento tácito no âmbito das licenças de
utilização. Uma vez ultrapassados os prazos para a emissão, a submissão
do requerimento de concessão de autorização para fins turísticos
constitui, por si só, título suficiente para a abertura. No processo de
classificação, consagra-se a possibilidade de os requisitos para a
categoria serem dispensados desde que verificados determinados critérios
a concretizar em portaria, sem exigência de apreciação da entidade
administrativa.
Outra clarificação prende-se com a instalação de estabelecimentos
comerciais e de prestação de serviços, incluindo os de restauração e de
bebidas, passando agora o diploma a referir expressamente que podem
instalar-se nos empreendimentos turísticos, assim como nos
estabelecimentos de alojamento local.
No campo da fiscalização, a competência é alargada à Autoridade de
Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Todos os estabelecimentos têm
obrigatoriamente de afixar, junto à entrada principal, uma placa
informativa da qual consta o número de registo na Câmara Municipal. Fica
ainda expressa a intenção do legislador de autonomizar a figura do
alojamento local.
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Cartaz do 11º Rock na Vila de Rei já se encontra fechado
Festival Rock na Vila nos dias 6 e 7 de Junho
Organizado pela
Câmara Municipal de Vila de Rei, o Festival terá lugar nos dias 6 e 7 de
Junho, no Parque de Feiras de Vila de Rei, e voltará a receber algumas
das melhores bandas do panorama musical português.
A organização do evento decidiu assim divulgar já a programação do primeiro dia do Festival!
No dia 6 de Junho, o programa do 11º Rock na Vila conta com duas bandas e dois Djs. O rapper sertaginense J-K irá fazer a abertura do Festival, seguindo-se a actuação dos Mind da Gap, cabeças-de-cartaz do primeiro dia.
A animação está depois garantida até às 6 horas da manhã, com a presença do DJ Hugo Rafael e da DJ Ana Isabel Arroja, da Rádio Comercial.
Paulo César, Vice-Presidente da Autarquia de Vila de Rei e responsável pelo pelouro da Juventude, refere que “a
décima primeira edição do Rock na Vila promete consolidar o nome do
nosso Festival como um dos mais importantes da zona Centro do País.
Contamos receber novamente milhares de pessoas que terão a oportunidade
de assistir a concertos de grande espectáculo com algumas das melhores
bandas nacionais.”
Mantenham-se atentos porque, em breve, será divulgado a programação final dos dois dias do Festival!
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janeiro 30, 2014
Pela recuperação da floresta autóctone do concelho de Oleiros
O município de
Oleiros, através do seu Gabinete Técnico Florestal e Ambiente, prepara
protoloco de parceria com a Quercus no âmbito do projeto Quercus “Green Cork”,
o qual consiste na recolha de rolhas de cortiça para reciclagem. A estratégia
passa pela divulgação deste projeto nas escolas, empresas, Juntas de Freguesia
e estabelecimentos comerciais de todo o concelho. Após o apuramento das
entidades que pretendam ajudar a recolher as rolhas de cortiça, o município
fará a distribuição de contentores, assim como um plano de recolha e
armazenamento até à sua entrega.
Acoplado a este
projeto, o Gabinete Técnico Florestal apresentará a sua candidatura ao programa
“Floresta Comum”, para obtenção de grande número de árvores para plantação
dentro do concelho de Oleiros. Esta é uma candidatura majorada pela adesão do
município ao projeto da Quercus e que pretende fomentar e incentivar a criação
de uma floresta autóctone, com elevados índices de biodiversidade e com uma
significativa produção de serviços de ecossistema. Pelo facto dos
serviços de ecossistema disponibilizados pelas florestas serem de interesse
comum, a ideia passa por “construir a herança de uma FLORESTA COMUM a várias
gerações”.
http://www.florestacomum.org/
Entrevista ao Presidente da Câmara de Proença-a-Nova
JOÃO PAULO CATARINO
Na continuação da série de
entrevistas a autarcas e
outras pessoas interessantes, “Olhar Oleiros”
apresenta hoje a deste reconhecido Presidente de Câmara bem conhecido pelo seu trabalho
no seu Concelho, na região e mesmo a nível nacional. Uma pessoa, um político
que conhece bem as necessidades e esperanças das gentes da região.
A crise acabou por
ditar cortes financeiros nas autarquias. Em Proença também teve de haver
contenção para 2014? O que pretendia fazer e não faz devido a essa
contingência?
Não somos, naturalmente, imunes ao contexto nacional e ao
impacto de medidas como a redução de transferências do orçamento do Estado e o
aumento de encargos decorrentes da subida de impostos e contribuições, que se
mantêm desde o início do programa de assistência financeira. O orçamento
municipal deste ano recua para valores idênticos aos de 2004, o que nos obriga
a ser rigorosos e impõe contenção particularmente no que diz respeito a obras
significativas. Não cometeremos aventuras que ponham em causa o equilíbrio das
contas da autarquia.
Mesmo assim quais os
sectores/áreas que tentou manter sem grandes cortes no Plano e Orçamento para
2014?
A Ação Social é um dos sectores que, além de preservarmos sem
cortes, estamos mesmo disponíveis para reforçar se necessário, atendendo aos
efeitos que o contexto global possa ter nos munícipes. A política de Ação
Social tem procurado otimizar instrumentos de que já dispomos, como o Banco
Solidário – com bens a que as pessoas podem recorrer – e o Banco de
Voluntariado e tem constituído, de forma continuada, uma prioridade para a
autarquia. Mesmo no sector das obras, mantemos investimentos significativos em
curso, como é o caso da Rede de Saneamento de Moitas e da operação de limpeza
das margens da Ribeira da Isna.
Há um olhar atento à
parte cultural?
Proença tem-se distinguido pela atenção que dá à cultura e
creio que alguns dos nossos projetos têm contribuído para projetar a nossa
identidade e diversificar os públicos que envolvemos. Temos tanto iniciativas
que valorizam as nossas memórias e tradições, como é o caso do projeto de
recolha do património imaterial “Ecos de Proença”, como a preocupação de nos
abrir a outras vozes e tendências. Recentemente assinámos com a Faculdade de
Belas-Artes da Universidade de Lisboa um protocolo que prevê várias residências
artísticas ao longo do ano, a primeira já em fevereiro.
Fale-me da situação do
investimento no concelho, nomeadamente no parque empresarial.
Foi aprovado em dezembro o novo regulamento do parque, que prevê preços
atrativos tanto na compra de lotes como no arrendamento. Há um conjunto de
fatores, como o investimento e o número de postos de trabalho criados, que
tornam possível a fixação de empresas a custos muito baixos. Além disso,
aprovámos a isenção de IMT (imposto municipal sobre as transmissões onerosas de
imóveis), libertando os investidores de um encargo significativo na aquisição
de terrenos. Nas últimas duas semanas apostámos numa campanha publicitária em
canais de televisão, em horários de grande audiência, precisamente para tentar
divulgar as condições atrativas que oferecemos e a grande área coberta
disponível.
Como considera a
importância do Centro Ciência Viva da Floresta no contexto do concelho e da
região?
A floresta é um dos nossos principais recursos e o Centro é
não apenas um meio de divulgação destas potencialidades, mas acima de tudo um
espaço de experimentação, ponto de encontro de investigadores e realização de
oficinas que procuram impulsionar e contribuir para novas dinâmicas no sector.
O laboratório em funcionamento há cerca de um ano, que tem tido uma procura
muito elevada por parte de pessoas de todo o país, é uma forma muito concreta
de contribuir para a melhoria da qualidade de produtos como o vinho, o azeite
ou o leite. São mais-valias que sem dúvida beneficiam toda a região e não
apenas o concelho.
Que protocolos tem com
órgãos de gestão territoriais no Brasil ou outros?
A nossa opção tem passado preferencialmente para nos
integrarmos em acordos conjuntos, abrangendo municípios vizinhos. Foi o caso do
acordo de cooperação entre a Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Sul e
a Prefeitura de Goiana, que prevê o desenvolvimento de projetos em diferentes
áreas de atividade, com destaque para os setores da construção civil,
planeamento urbano e ambiente. Também temos, contudo, protocolos diretos, nomeadamente
com a província de Benguela. Estamos sempre atentos a parcerias com municípios
de países de expressão portuguesa e além de Angola e Brasil também já estivemos
em Cabo Verde.
Que vantagens já
existem com essas decisões?
Já foram realizadas diversas missões empresariais e o
principal objetivo é dar aos nossos empresários oportunidade de conhecerem
novos mercados e formas de trabalhar. A partir dessa abertura de portas, tem
naturalmente de haver uma dinâmica própria que não depende dos municípios. A
par da vertente empresarial, valorizamos o reforço da cooperação e encontro de
culturas. No caso de Benguela, tivemos durante três anos nove estudantes a
frequentar um curso profissional na Escola Pedro da Fonseca.
Qual é a sua posição
quanto ao encerramento das urgências noturnas dos SAP?
A posição foi assumida de forma clara pela Comunidade
Intermunicipal da Beira Baixa e passa pela manutenção de horários que
consideramos salvaguardarem o bem-estar das populações, embora entendendo a
necessidade de racionalizar e reduzir custos. Creio que é possível uma solução
de consenso que nalguns casos pressupõe reduções de horário compreensíveis,
dado o volume de atendimentos, mas mantém os serviços abertos durante mais
tempo do que inicialmente proposto pela Administração Central.
O desenvolvimento do
interior passa pela nova realidade das comunidades intermunicipais?
As características da região e a
dimensão das dificuldades que enfrentamos aconselham sem dúvida um trabalho em
rede. O acesso ao novo quadro comunitário de apoio, a necessidade de captar
investimento e a criação de dinâmicas capazes de travar o despovoamento da
região são desafios que somos chamados a enfrentar em conjunto e que ninguém
consegue solucionar isoladamente. Claro que cada território tem as suas
características e identidade própria, mas temos um património comum que nos
aproxima e que temos de saber gerir com criatividade
Resumo do
Percurso de João Paulo Catarino:
(Continua...)
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janeiro 29, 2014
NGCR apresenta os seus produtos em Oleiros a 3 de fevereiro
A NGCR – Tecnologias Químicas e Inovações, SA vai levar a efeito no próximo dia 3 de fevereiro (segunda-feira), pelas 12H00, na Sede dos Bombeiros Voluntários de Oleiros,
uma demonstração dos produtos que irá produzir na sua unidade
industrial oleirense. Inicialmente agendada para o dia 30 de janeiro, a
demonstração teve de mudar de data e local, de forma a garantir as
condições adequadas para a sua realização.
Esta empresa vai produzir em Oleiros equipamentos de combate a incêndios, máquinas para obter poupança de energia em termos industriais e aparelhos para o tratamento de águas residuais. Segundo a administração da empresa, até março e numa primeira fase, vão ser contratados 30 trabalhadores para a sua fábrica de Oleiros. O processo de contratação já está a decorrer e no final, prevê-se que sejam admitidas perto de cem pessoas, 25% das quais com formação superior e dando preferência a residentes no concelho de Oleiros.
Esta empresa vai produzir em Oleiros equipamentos de combate a incêndios, máquinas para obter poupança de energia em termos industriais e aparelhos para o tratamento de águas residuais. Segundo a administração da empresa, até março e numa primeira fase, vão ser contratados 30 trabalhadores para a sua fábrica de Oleiros. O processo de contratação já está a decorrer e no final, prevê-se que sejam admitidas perto de cem pessoas, 25% das quais com formação superior e dando preferência a residentes no concelho de Oleiros.
Recorde-se que
o acordo entre a Câmara de Oleiros e a NGCR foi selado no dia 18 de
setembro do ano passado, na presença do Secretário de Estado da
Administração Local, Dr. António Leitão Amaro e do Conselheiro Comercial da Embaixada Russa, Igor Zolkin.
Nota adicional à notícia: O que importa é que esta nova fábrica não seja poluente do ambiente pois as suas instalações inserem-se numa zona habitacional. Mas acredito que esteja acautelado, mas... é justo haver preocupações.
Curso de Especialização Tecnológica em Oleiros?
O Agrupamento de Escolas Padre António de
Andrade (AEPAA), a Câmara Municipal de Oleiros e o Instituto Politécnico de
Castelo Branco (IPCB), estão a estudar conjuntamente a possibilidade de ser
criado um Curso de Especialização Tecnológica (CET) ou outro de nível superior
no concelho de Oleiros, já a partir do próximo ano letivo.
Para o efeito, neste momento, é necessário
recolher os dados de eventuais interessados, pelo que se informa que os
potenciais candidatos devem contactar com a maior brevidade possível a Direção
do Agrupamento (272 680 210). Recorde-se que o número de candidatos e a sua atempada
confirmação vão ditar o sucesso desta iniciativa.
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Oleiros liberta de pagamento as taxas de limpeza de fossas
Câmara Municipal de Oleiros aprovou proposta para isentar populações
do pagamento da taxa prevista para a limpeza de fossas e de coletores
particulares
Uma proposta
Uma medida a favor dos munícipes
Uma sensibilidade diferente
"A Câmara
Municipal de Oleiros acaba de aprovar em reunião de Câmara, realizada no dia 24
de janeiro de 2014, a proposta do Sr. Presidente no sentido de isentar os
residentes nas localidades onde ainda não existe rede pública de saneamento, da
cobrança da taxa de limpeza de fossas séticas e de coletores particulares. Esta
proposta será enviada à próxima reunião de Assembleia Municipal, órgão ao qual
caberá deliberar a aprovação da isenção da referida taxa.
Na base desta
proposta esteve o facto de a maior parte destas povoações verificar baixos
índices de densidade populacional e acentuado envelhecimento, algumas vezes
agravado por escassos recursos financeiros, pelo que se considerou de relevante
interesse para o município assegurar o serviço de recolha de lamas e águas
residuais nos alojamentos domésticos situados nessas localidades. Por outro
lado, pretende-se garantir a equidade entre os cidadãos, pelo que esta é
entendida como uma questão de justiça para com as populações que neste momento ainda
não são servidas pela rede de drenagem de águas residuais.
Recorde-se que
esta era uma taxa que estava prevista no Regulamento de Cobrança da Tabelas de
Taxas e Licenças Municipais e que para o ano de 2014 correspondia ao pagamento
de 18 euros por cada cisterna e de 0,70 euros por cada quilómetro de percurso
da viatura utilizada na prestação do serviço."
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janeiro 28, 2014
Exposição "Território Comum" em Vila Nova da Barquinha

Trata-se mais uma iniciativa
resultante da parceria do Município de Vila Nova da Barquinha com a Fundação
EDP, no âmbito do Parque de Escultura Contemporânea Almourol.
A
exposição tem inauguração marcada para 8 de fevereiro, pelas 15h00, com entrada livre e pode ser visitada de terça a sexta-feira das
10:00 às 16:30 e aos fins-de-semana e feriados das 14:30 às 16:30 (entrada pelo
lado poente da Escola Ciência Viva).
Entre 1955 e 1957o então
Sindicato Nacional dos Arquitectos levou a cabo um levantamento denominado
“Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa”. Sob a coordenação do
arquitecto Francisco Keil do Amaral 18 arquitectos realizaram cerca de dez mil
fotografias. Contudo, apenas uma pequena parcela foi reproduzida na já célebre
publicação A Arquitectura Popular em Portugal, de 1961, uma obra fundamental na
sedimentação de um certo imaginário do território português.
Em 2011, a Ordem dos
Arquitectos (OA) assinalou os 50 anos da primeira edição através duma
iniciativa, que possibilitou uma maior e melhor divulgação desta sua coleção.
Foram classificadas, tratadas e digitalizadas as imagens pertencentes ao espólio
original e colocadas on-line (www.oapix.org.pt), dando visibilidade pública a
muitas fotografias que nunca foram incluídas nas quatro edições do livro.
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janeiro 27, 2014
Uma excelente exposição oferece o hotel Santa Margarida
HOTEL DE SANTA
MARGARIDA DE OLEIROS
VER MAIS FOTOS EM
E o que é isto de azulejo “alicatado”? (continuar a ler)
INAUGURA UMA “OUTRA
ARTE”
Já com todas as fotos
Neste sábado, dia 25 de janeiro
de 2014, teve lugar a inauguração de uma excelente exposição em azulejo
“alicatado” de José Freire, artista natural do Fundão mas desenvolve a sua arte
no seu atelier em Azeitão (margem
sul) onde executa meticulosamente as suas obras baseando-se, fundamentalmente,
na recriação de pinturas e desenhos de artistas célebres e com poder enorme de
criação das suas próprias peças. Toda a sua obra é concebida com pedacinhos de
azulejo geometricamente preparados e escolhidos para o efeito que pretende. Em
nenhuma é aplicada qualquer tipo de tinta. Na sua obra encontramos peças,
quadros, painéis e também peças tridimensionais. Uma obra muito valiosa.
A apresentação da exposição
esteve a cargo da Dr.ª Isabel Bessa Garcia professora, investigadora e
bibliotecária na Escola C+S Pedro da Fonseca, sede do Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova que, detalhada e historicamente,
enquadrou toda a obra de José Freire de forma pedagógica e científica que
encantou todos os presentes. Foi uma autêntica aula de ensino superior mostrando
sapiência sobre esta arte e outras correlacionadas. Foi um prazer poder
assistir a este momento raro em Oleiros que, nalguns momentos, até as chamadas
de atenção para alguns pormenores, nos faziam mergulhar por dentro das milhares
e pequeníssimas peças de cada obra que o próprio artista nitidamente também apreciava.
Foi bom. Foi muito bom.
Esta exposição acontece por
convite do Diretor do Hotel, Dr. Fernando Carvalho, ao artista que a certa
altura declara, “entre tantas exposições, esta é a primeira vez que exponho
num hotel”. E logo alguém ao lado diria “o hotel assim está ainda muito mais
bonito”.
Não deixem de visitar esta
exposição, porque vale a pena e não há muitas oportunidades como esta.
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E o que é isto de azulejo “alicatado”? (continuar a ler)
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